Poesias de Eliana
Aqui deixo algumas de minhas poesias para que sejam lidas por aqueles que como eu... Escrevem, lêem e vêem com o coração.
sábado, 1 de outubro de 2011
SE EU FOSSE
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
REPOETIZANDO
Volto a escrever
Revivendo o antigo e o novo
Estou triste e só de novo
Bateu novamente o banzo
Ai vem à tona o carrossel de palavras...
Loucas
Por me deixarem tonta
De tanto pensar
Coordenado
Desse jeito arrumado
Somente isso
Estou cá de volta de novo
Ao abismo
Que vive
Em mim
Nunca imaginei
Ser tão sozinha
Assim.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
O FAROL DO CALCANHAR

Na praia de Touros tem um farol
Distante do asfalto
Mas alto e vistoso
É de cima a baixo listrado
De preto e branco
Ele foi posto num ângulo
Agudo e profundo
Tal qual a curva de um calcanhar
Por isso ele também é chamado
Tal proposito foi alcançado
Ele do Brasil é o maior
E do mundo foi há tempos o segundo
Em concreto armado
Mais parece de ferro pintado
Pelo seu intenso brilho
O farol plantado na areia
Contagia quem passa de dia
E de noite ilumina os amantes
E os poucos navegantes
Com sua luz possante
O farol também presencia
Um corpo desnudo que na areia se bronzeia
E o que se banha nas águas frias da praia
Enchendo a vida
De amor e felicidade
Ao fechar-me os olhos posso ver seu encanto
Já fui muitas vezes ao seu encontro
Por você fiquei hipnotizada
Diante de sua beleza sou algemada
Para sempre luz preta branca e prateada
domingo, 4 de setembro de 2011
VENTANIA
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
SAPATO VERMELHO

Nada como um lindo sapato vermelho...
Salto alto
Nunca baixo
Com laço
Ou sem laço
Tem que ser vermelho
Para ser mais que bonito
Totalmente feminino
Uma joia de aparato
Toda mulher que é mulher
Tem que ter um sapato
Para se olhar no espelho
E sair por ai com um modelo vermelho
Não importa o complemento
Ele faz o momento
De vestido então...
Todo a mostra
Deixa as pernas ainda mais de fora
Já foi sonho de muita menina
Encantar passarinho
Com um vermelho sapatinho
Um grande arsenal para mulher
Tamanho desejo infernal
O sapato vermelho é o tal
Tal qual o amor
Que também se faz flor
O sapato vermelho é um fetiche
Que permite loucuras
Para a mulher que usa
E o homem que observa
A rubra cor que revela
A força da feminina fera
Causando ira e inveja
Para a plebeia
Ao ver passar uma princesa.
terça-feira, 19 de abril de 2011
PODEROSO POVO GUERREIRO

Poderoso povo guerreiro
Habitantes primeiros
Dessa terra mãe gentil
Vem a muito sofrendo desassossego
Dos irmãos brancos posseiros
Que desejam tudo extrair
Sem piedade nem dó
Arrancam até o cipó
Pra amarrar e dá um nó
Prendendo quem está solto
Por direito habitante primeiro
Dessa terra mãe gentil
O índio é soberano
Sabe respeitar o seu mundo
Não causa mal a natureza
Nos rios se banham
Colhem os frutos caídos dos pés
Dançam a chuva e o sol
Povo colorido por penas
Vivem com suas crenças
Nas matas e nas almas brasileiras
Que seu dia seja eterno
Que vivam livres com seus mistérios
Na terra que lhe criou.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
DIA DE REIS
Diferente dos outros anos
Este dia de reis está chorando
Muitas gotas do céu
Tomara que sejam bênçãos de Deus
Lavando o mundo e limpando
Os corações que estão implorando
Por auxilio divino
No céu não tem estrela cintilando
Está nublado e assustado
Mas já foi encontrado
Pelos três reis magos
O caminho ao Deus menino
Para nós já é sabido
Do que foi acontecido
A procissão dos fiéis
Do bairro de santos reis
Vai sair como um cordão
Na chuva vão pelo chão
Carregados em caminhão
As imagens desses reis
Que presentearam ao pequeno Jesus
A cidade de Natal venera os reis em feriado
Construiu muitos monumentos
Tem também uma fortaleza imponente
Muito sólido e do Brasil o mais belo
Constantemente armado com canhões de bronze
Tem o formato de um polígono estrelado
Cujo nome é dos Reis Magos