sexta-feira, 17 de abril de 2009

FALTA DE SONO


Quando desce o véu da noite
A tristeza aparece
Vejo-me na escuridão
Como os pássaros, recolho-me ao ninho...
Moribunda nostalgia
Sinto quase um abandono
Com a falta de sono

Na noite alta e calada...
Gostaria de criar asas
E ver todas as baladas
Com gente vencendo o sono
No meio de muito calor humano

O medo mobiliza
O coração se agita
A cabeça traz todas as lembranças
Ansiedade de muitas espécies
Eu não fico bem comigo
Falta um carinho amigo.

A falta de sono maltrata
Esperneia na cama
Tirando o ar
Quase uma prisão domiciliar...
Sinto vontade de sumir entre os lençóis
E não ser mais só.
Em meio à falta de sono










Nenhum comentário: