Tímida à tardinhaQue cai sozinha
No mês de agosto
Mas não de desgosto
De brisa e ventania
Cai à tarde...
Com seu tom dourado
Despede-se com o por do sol
A brisa fria se faz sentir
Amores banhados pelo arrebol
O último pio da ave avisa:
Cai à tarde!
E ninguém percebe
O dia que não nos quer mais ver
Onde será que ele foi se esconder?
Cai à tarde
E tudo parece estar no limite do fim
Como é estranho o escurecer
A despedida, descompondo a claridade
E os sonhos ficando para mais tarde
Um comentário:
linda poesia!
^^
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