Da moça a saia
Sopra de manhã e madrugada
Arrasta de tão magrelo o moleque
Que brinca sozinho
Descalço sem afeto e sem ninho
Poeira cai nos olhos
O mar bravo e revolto
O mês é de agosto
Quando chegar setembro
Talvez haja mais alento
E deixe quieto o vento
Vai ventania...
Quem sabe um dia...
Traga mais sorte pra mim.
Um comentário:
Que bom que voltou a escrever, tia!
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